terça-feira, 5 de agosto de 2008

PARA REFLETIR XI


Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados.
Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida.
É a nossa luz, não as nossas trevas, o que mais nos apavora.
Nós nos perguntamos: Quem sou eu para ser Brilhante, Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?
Na realidade, quem é você para não ser?
Você é filho do Universo.Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós.
E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.
E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros.
Estar desperto é estar consciente de quem somos atrás das máscaras e ir mais além;
Passamos sem perceber grande parte de nossa vida num estado de automatismo e repetição, interno e externo.- Quem sou?-
Sou Luz!
Autor:Salatino Ivano Silva.
Foto:www.nena.com.br/Todos os Direitos Reservados.
LISON.F.R.C.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

PARA REFLETIR X


À medida que nos tornamos mais espiritualmente propensos, deixamos de lado todas as coisas sórdidas da vida.
Sentimo-nos interiormente mais belos e mais puros.
Muitos homens sentem-se realmente receosos de expressar o lado espiritual de sua natureza.
O homem deve desenvolver sua consciência para estabelecer harmonia com o Cósmico.
Tem de admitir que deve penetrar no significado mais profundo da existência.
Não mais podemos continuar a viver na periferia, tentando evitar nossas responsabilidades herdadas.
Há muito que nós mesmos poderemos fazer para auxiliar, para colaborar com as forças cósmicas com o objetivo de possibilitar maior progresso na vida de outras pessoas. Entregando-nos totalmente a vida mística e prestando todo auxílio que pudermos, teremos certeza da cooperação do Cósmico e de um sem número de humanitaristas que julgam seu dever tudo fazerem para colaborar no progresso da humanidade.
Autor: Salatino Ivano Silva.
Foto:www.nena.com.br/Todos os Direitos Reservados.
LISON.F.R.C.

sábado, 2 de agosto de 2008

A ORAÇÃO E OS PODERES DA MENTE


Autor:Dr.FLÁVIO GIKOVATE.
A oração e os poderes da mente

Nos dias de hoje, cada vez mais pes­soas acreditam que o sucesso ou o fracasso de um empreendimento depende, ao menos em parte, da maneira como organizamos nosso mundo interior e nossos pensamentos. O fato de nos colocar­mos de modo positivo e afirmativo, frente à realização de um certo objetivo, aumentaria as chances de sermos bem-sucedidos. Será verdade? Antes de mais nada, temos de saber se a disposição interior realmente interfere em nossas realizações.
Acredito que sim. E por dois mecanismos. O primeiro tem a ver com o que chamo, desde 1980, de medo da felicidade. Todos nós nos assustamos um pouco - ou muito -quando percebemos que nossos projetos estão sendo bem encaminhados e com chances crescentes de sucesso. Parece que o acúmulo de coisas boas "atrai" maus pensa­mentos, a inveja das pessoas - o que é ver­dade - e a ira dos deuses. Nos sentimos ameaçados. É como se as chances de tragédia aumentassem na proporção de nossos bons resultados. Apesar de falso, é assim que sen­timos. Daí a prática universal de rituais supersticiosos de proteção, como bater na madeira, fazer figa, usar amuletos, etc. Quanto mais competentes para "suportar" alegrias, maior será a tendência de agirmos de modo positivo e construtivo. Afinal, quan­do o medo da felicidade cresce muito, acabamos cometendo equívocos que nos afastam do sucesso e nos conduzem para piores resultados. Apesar de tristes, eles são menos ameaçadores. O sucesso dá mais medo que o fracasso!
O outro mecanismo tem a ver com os fenômenos chamados paranormais. Apesar de ser terreno menos sólido do que o mecanismo anterior, é indiscutível e fácil de ser provado. Só pessoas muito teimosas, hoje em dia, põem em dúvida a existência, por exemplo, da telepatia. A telepatia corresponde ao fenômeno parapsicológico mais simples e ele­mentar. É a comunicação entre dois cérebros por meio de processos chamados de extra-sensoriais (sem auxílio dos órgãos dos senti­dos). Assim, existem dois níveis de comuni­cação - em luta - entre as pessoas: o sensorial e o extra-sensorial. Quando dois concor­rentes disputam um determinado segmento de mercado, por exemplo, há a propaganda feita para os órgãos dos sentidos e aquela que chegará por vias paranormais.
A propaganda que se irradia por caminhos parapsicológicos dependerá do estado de alma daquele que estiver vendendo o produ­to. Se sua disposição última para o sucesso é forte e definida, sem titubeies e com boa con­vicção em suas chances, você poderá ter um resultado mais favorável do que um competi­dor que, em igualdade de condições, negli­genciar este aspecto subjetivo, mais psi­cológico. Crescem, assim, as chances de sucesso para o indivíduo que controla seus medos íntimos ligados ao sucesso e à felici­dade. E também para aqueles que menta­lizam positivamente para que as coisas ca­minhem do modo como pretendem. Isto não quer dizer que o êxito está garantido.
Quem afirma isso é um vendedor de ilusões. É preciso que exista competência efetiva para o sucesso: a mercadoria que está sendo vendida terá que ser, no mínimo, igual à dos concorrentes. Não se pode, contudo, subestimar os rivais: eles também podem mentalizar e até de modo mais eficaz! Neste caso, serão eles os vencedores, e não nós.
Pode parecer, graças ao progresso das ciên­cias do cérebro e da psicologia, que estamos nos apropriando de mecanismos novos. Não é o que penso. Todas as técnicas modernas de mentalização, de potencialização do uso do cérebro, nada mais são que versões científi­cas das tradicionais e antiqüíssimas orações, próprias da maioria das religiões. Por meio da oração, o fiel se concentra, pede a Deus que o ajude a atingir determinados objetivos, que lhe dê força para suportar dores e dificul­dades. O indivíduo se concentra algumas vezes por dia, com toda sua força psíquica, com a finalidade de aumentar suas chances de sucesso. Há dúvidas sobre se Deus ouve ou não cada uma das orações e pedidos. Porém, não creio que restem dúvidas de que este processo de mentalizar, próprio da oração, seja eficaz. Talvez daí tenha vindo o ditado: "Mais vale quem Deus ajuda do que quem cedo madruga".
Do site:http://www.flaviogikovate.com.br/Todos os direitos reservados.
Foto:www.nena.com.br/Todos os direitos reservados.
LISON.F.R.C.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

PARAR PARA OUVIR


Parar para ouvir
Como anda sua habilidade para ouvir os outros? Você tem paciência de parar para escutar alguém? Eis algumas reflexões importantes sobre o tema:
Millie Esposito ouvia, com atenção, quando um de seus filhos tinha alguma coisa a lhe dizer.
Certa noite, estava sentada na cozinha com o filho, Robert, e, após uma rápida discussão sobre uma idéia que ele alimentava, ele disse:
Mãe, sei que a senhora gosta muito de mim.
A Sra. Esposito comoveu-se e comentou: Naturalmente gosto de você. Duvidava disso?
Robert respondeu: Não, mas sei realmente que a senhora gosta de mim quando quero conversar sobre alguma coisa, e a senhora pára de fazer o que está fazendo, só para me ouvir.
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Quantos de nós paramos para ouvir nossos filhos?
Quantos de nós paramos para ouvir o outro, assumindo essa postura respeitosa de atenção ao semelhante?
E quem não gosta de ser ouvido? E ser ouvido com atenção.
Dialogar com alguém que nos ouve atentamente, que espera que concluamos uma idéia para, só então expor a sua, é um grande prazer.
Uma pessoa que só fala de si mesma, que só pensa em si mesma, é irremediavelmente deseducada.
Aquela que sabe ouvir, por outro lado, faz-se simpática, querida, e inspira confiança plena nos outros.
Um homem que conheceu o célebre Sigmund Freud, descreveu sua maneira de ouvir da seguinte forma:
Fiquei tão fortemente impressionado, que não o esquecerei. Ele tinha qualidades que jamais encontrei em homem algum.
Nunca, em toda minha vida, vi atenção tão concentrada. Seus olhos eram meigos e suaves. Sua voz era calma e macia.
Fazia poucos gestos. Mas a atenção que dispensava a mim, seus comentários positivos sobre o que eu dizia, mesmo quando eu me expressava mal, eram extraordinários.
Você não imagina o que significa ser ouvido daquela maneira.
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Quem sabe ouvir já ajuda, sem precisar falar coisa alguma, muitas vezes.
Assim, se desejarmos ser bons conversadores, bons amigos e bons conselheiros, sejamos ouvintes atentos.
Para ser interessante, seja interessado. Faça perguntas às quais o outro sinta prazer em responder. E aproveite para aprender também.
Doando atenção, doando seu ouvir atento, certamente você estará ganhando, além da gratidão do outro, experiência, conhecimento e discernimento.
A falta de tempo jamais poderá ser desculpa para o não ouvir. Basta que sejamos disciplinados, organizados, e descobriremos que teremos tempo para ouvir.
Ouvir é doar-se ao outro, por isso, alegar escassez de tempo para se dar, para praticar esta nuança de caridade, é se autocondenar à estagnação espiritual.
Tal gesto de amor poderá ser praticado por qualquer um, independente de idade, poder aquisitivo ou grau de instrução. Todos podemos nos doar, ouvindo.
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Jesus, o grande exemplo para a Humanidade, era um excelente ouvinte.
Prestemos atenção nas passagens evangélicas, analisando-as sob este prisma, e percebamos que Ele sempre se posicionou como bom ouvinte.
Escutava com paciência e ternura todos os que Dele se aproximavam, pedindo auxílio e consolo.
Jamais interrompeu alguém, e sempre debruçou sobre eles olhar atencioso e amoroso de quem se interessa pela vida de seu semelhante.

Redação do Momento Espírita com base em trecho do cap. 4, pt. 2,do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas,de Dale Carneggie, ed. Companhia Nacional.Em 01.08.2008.
Texto publicado conforme autorização por escrito do M.E.
Foto:By:Don't Close Your Yes. Todos os Direitos Reservados.
LISON.F.R.C.