quinta-feira, 14 de agosto de 2008

ORAÇÃO DOURADA...


ORAÇÃO DOURADA
Não Vos peço que me mandes Luz Senhor,
Quero apenas enxergar a que possuo.
Não Vos peço que elimine as minhas feridas,
Quero apenas saber em que parte de mim
Guardaste o lenitivo para elas, meu Pai.
Não Vos peço que me dês forças,
Quero apenas conhecer o modo
De utilizar o que já me destes.
Não Vos peço poderes, meu Deus,
Quero apenas empregar os que possuo.
Não Vos peço coragem, Senhor,
Quero apenas dominar os meus temores.
Não Vos peço amor, Santíssimo,
Quero apenas a destreza para
Lidar com os meus ressentimentos.
Não Vos peço a verdade, Amado,
Quero apenas a consciência de que
Ela existe e está em mim e que eu possa
No final erguer a mim em altura e ao teu lado.
Me sentir bom, pois muitos julgam-se bons,
Mas só se é bom quando não se julga.
Autora:PRINCES@ Todos os Direitos Reservados.
Foto:Dreama.www.dreama.com/Todos os Direitos Reservados.
LISON.F.R.C.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

AS CONTROLADORAS...

As Controladoras
Autor:Dr.Flávio Gikovate



Elas querem saber onde estão seus companheiros e o que seus filhos fazem “a esta hora ainda fora de casa”, preocupam-se excessivamente com a saúde dos seus pais e de outros parentes queridos. As mulheres controladoras temem que qualquer titubeio ou desatenção traga conseqüências desastrosas. Acreditam que as coisas estão calmas graças ao empenho que têm em se concentrar o tempo todo nelas. Sabem que gastam enorme energia nesse esforço, mas acham que seu sacrifício é responsável pela conquista de longos períodos de concórdia e bem-estar.
Essa tendência não é exclusividade das mulheres, mas vou refletir sobre a questão, aqui, considerando apenas o aspecto feminino. Mulheres controladoras tendem a ser muito ciumentas em relação aos seus maridos. À noite, fazem aquelas perguntas aparentemente sem importância, mas que expressam um desejo enorme de saber exatamente por onde andaram esses homens – que, segundo elas, estão sempre dispostos a viver aventuras românticas e eróticas. São possessivas também com os filhos, que tentam manter sob suas asas.
Diante de qualquer suspeita de que algo escapou do controle, entram imediatamente em pânico. Experimentam um desespero brutal ao imaginar seus maridos com outras mulheres e terríveis desastres envolvendo seus filhos. Tudo isso acontece sempre que algum deles se atrasa uns poucos minutos. Suas mentes são catastróficas e pessimistas.
A verdade é que não sabemos nada do que realmente importa. Não sabemos de onde viemos, para onde vamos, por quanto tempo estaremos aqui na terra, nem quais as coisas boas e más que ainda estão para acontecer. Nem todos toleram bem essa falta de respostas. Aliás, aprender a lidar com a incerteza em torno da nossa condição é fundamental para que consigamos viver de forma mais feliz. Quem aceita isso sabe que o futuro é desconhecido e o compara a um jogo, como se estivéssemos em um grande cassino onde, todos os dias, podemos ganhar ou perder.
Pessoas que não suportam a idéia da incerteza vivem em um estado de permanente ameaça, a um passo do pânico e do desespero. São criaturas frágeis, pois não se sentem com força para suportar as frustrações e decepções que a vida pode nos impor a qualquer momento. Vivem eternamente preparadas para o pior. Como não podem se assegurar de que as coisas vão dar certo, optam pela certeza de que vão dar errado. E essa certeza nós conseguimos ter, uma vez que induzimos os fatos na direção negativa com muito mais facilidade do que na positiva. Por exemplo, a mulher que teme ser abandonada por um homem poderá se comportar de modo tão desagradável e destrutivo que irá contribuir para que seu pesadelo vire realidade.
É difícil conviver com mulheres tão negativas. Ainda que nem sempre seja sua intenção, elas exercem controle total sobre aqueles que lhe são caros. Transformam-se em tiranas, em criaturas que tentam mandar em tudo e em todos, sempre com o intuito de impedir as desgraças. Aborrecem aqueles que mais amam, além de tornar suas próprias vidas miseráveis. E, pior do que tudo, não conseguem impedir tragédia alguma. A única saída é aceitar a vida como ela é.

Texto pulicado conforme autorização por escrito do Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Foto:www.nena.com.br/Todos os Direitos Reservados.
LISON.F.R.C.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

PARA REFLETIR XII


Todos se curvam para aqueles que se curvam primeiro.Sendo assim, o sinal de grandeza é a humildade. Ela capacita a pessoa a tornar-se confiável, flexível e adaptável. Na extensão em que alguém se torna humilde ele se torna grande nos corações de todos.
Quando a humildade está incorporada sempre haverá o esforçode escutar e aceitar os outros, o que contribui para elevar a auto-estima deles.
Humildade é a virtude que torna o ser humano digno de louvor.Uma pessoa humilde é capaz de operar em todos os ambientes, não importando quão negativo ele possa ser.
Ela nunca dirá algo que tenha que se arrepender depois.
Seja qual for a atitude mental, a perspectiva será correspondente.
Seja qual for a perspectiva, palavras refletirão isso.
As três combinadas asseguram interações de qualidade.
Sua presença cria um ambiente convidativo e cordial.Suas palavras são cheias de essência e poder, e por isso podem desarmar a raiva do outro.
Autor:Salatino Ivano Silva.
Foto:www.nena.com.br/
LISON.F.R.C.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

SOBRE ESTAR SOZINHO...


Sobre estar sozinho...
Autor:Dr.Flávio Gikovate.
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.
Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade..
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não à partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação,há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
Foto:www.nena.com.br/Todos os Direitos Reservados.
LISON.F.R.C.